[Porto-2010]
[Porto-2011]
«Correm rios, rios eternos por baixo da janela do meu silêncio. Vejo a outra margem sempre e não sei porque não sonho estar lá, outro e feliz. Talvez porque só tu consolas, e só tu embalas e só tu unges e oficias.» Bernardo Soares | Livro do Desassossego